terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Suspiros...

O amor é singelo. O amar é simples. A sensação de levitar, de querer sorrir o tempo inteiro, de fechar os olhos e projetar tudo com a mesma realidade dos romances das telas de cinema. Ser feliz, feliz, feliz! Feliz. Querer dividir essa felicidade com alguém. Ter com quem dividir todo aquele brilho nos olhos e o sorriso largo dos lábios.

Amar é tão real que parece ser imaginação. Acontece. Bum! Surpresa! É olhar para o lado e ver aquilo que você nunca procurou surgir como se fosse feito na medida certa. É inspiração. É liberdade. É alívio. É curiosidade. É o novo. É... É... É tanta coisa ao mesmo tempo.

Amor conforta. É carinho, confiança e confidência. São as pequenas coisas e, entre elas, as mais simples. A rotina e a falta dela. É a perda e a busca pelo novo. É o simples, de novo. São as explicações inexplicáveis, as manias, as vontades, os costumes. É tudo isso e mais um pouco. Ou, quem sabe, mais nada.

Com sua obra, Chico Buarque arrebata corações mundo afora. O meu ele não conseguiu ainda, ou melhor, talvez tenha conseguido abrir pelo menos um frestinha depois que eu assisti "Amor em 4 Atos". Tudo foi tão simples que tô em estado de... Ai, são tantos sentimentos que é impossível escolher em uma só palavra ou uma só frase.

Assim como o amor e o amar, tudo foi e parece ser tão simples que as palavras fogem e dão lugar aos olhos cada dia mais verdes e que, por hora, se enchem d'água por um motivo nobre e aparente: a felicidade.

1 comentários:

menina dos olhos do pai disse...

AMOR E SEMPRE BOM FALAR E OUVIR SOBRE O AMOR...